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O chefe da Roma, D'Amico, explica o interesse tardio do Chelsea por Manu Koné

·Por Junior Yekini
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O chefe da Roma, D'Amico, explica o interesse tardio do Chelsea por Manu Koné

AS Roma/X.com

O diretor esportivo da Roma, Tony D'Amico, confirmou que o interesse tardio do Chelsea em Manu Koné nunca avançou além de contatos informais, descartando rumores sobre qualquer ultimato.

O Chelsea se moveu pelo meio-campista nas horas finais da janela, tendo o identificado como um substituto ideal para o saindo Enzo Fernandez, mas D'Amico deixou claro em sua coletiva de imprensa que a abordagem teve pouco peso.

"Foi mais uma sondagem do que uma negociação," disse D'Amico. "Houve contato com o Chelsea, mas foi puramente informativo. Compramos seis jogadores enviando ofertas iniciais, é assim que uma negociação se parece.

"Então o Chelsea fez perguntas, mas nunca fez uma oferta. O treinador não deu nenhum ultimato porque não havia oferta oficial. Há uma semana eu já havia dito que seria difícil fazer uma venda importante com tão pouco tempo antes do fechamento da janela."

Os comentários abordaram diretamente os relatos sugerindo que o treinador Gian Piero Gasperini havia emitido um ultimato sobre a possível saída de Koné, com D'Amico deixando claro que nenhuma situação desse tipo se desenvolveu dada a ausência de uma proposta concreta do Chelsea. A troca deixa Koné na Roma para a temporada, com o Chelsea precisando encontrar soluções alternativas no meio-campo central após a transferência de £125 milhões de Fernandez para o Manchester City.

D'Amico também abordou a busca malsucedida da AS Roma por um atacante pelo lado esquerdo ao longo do verão, uma posição que Gasperini havia identificado como prioridade desde o início da janela.

"Nos últimos dias, identificamos dois ou três perfis adequados, jogadores que achávamos que poderiam fortalecer o grupo," disse ele. "Por várias razões, simplesmente não conseguimos fechar os negócios. Leweling estava praticamente fechado, tanto com o VfB Stuttgart quanto com o jogador, então ele mudou de ideia e paramos. Havia outros jogadores, mas eles não nos convenceram."

O diretor esportivo também explicou por que uma transferência por Luiz Henrique desmoronou, apesar de um acordo em vigor.

"Houve questões que nos impediram de concluir a operação," disse ele. "Tivemos um acordo com o Zenit e com o jogador, mas por razões técnicas não seguimos em frente. É por isso que você precisa estar pronto para encontrar alternativas."

Questionado sobre a decisão de buscar Santiago Castro após perder Crysencio Summerville, D'Amico disse que a Roma estava trabalhando em múltiplos alvos simultaneamente.

"Quando estávamos em Summerville, também estávamos em Castro, em Molina... Em certo ponto, você tem que reconhecer se pode fechar um negócio. Estávamos fortes em Summerville, mas também em Castro, aí se tornou uma questão de tempo. Conseguimos fechar com Mora, enquanto não conseguimos fechar com Leweling, Luiz Henrique ou os outros nomes que surgiram, que eram todos reais."