De acordo com RMC Sport, assinar com um meio-campista central não fazia parte dos planos de verão do PSG, dado um elenco que já conta com Vitinha, Joao Neves e Fabian Ruiz, mas a situação de Rodri no Manchester City, com seu contrato expirando no próximo verão, foi considerada uma oportunidade significativa demais para ser ignorada.
Os detentores da Liga dos Campeões abriram diálogo com o City para estabelecer os termos sob os quais um acordo poderia ser estruturado, tornando-se o mais recente clube a entrar no que se desenvolveu em uma das sagas de meio-campo mais disputadas da janela de transferências.
O Barcelona também entrou na disputa, contatando os representantes de Rodri após Frenkie de Jong sofrer uma lesão de longo prazo que deixou o clube catalão com carência no meio-campo central, embora suas restrições financeiras bem documentadas tornem competir no nível que um acordo por Rodri exigiria uma proposta genuinamente difícil.
O Real Madrid permanece como o claro favorito, tendo supostamente chegado a um acordo com o jogador sobre termos pessoais, uma posição que contradiz diretamente a posição pública do clube no início do verão, quando fontes insistiram que não havia intenção de perseguir o detentor da Bola de Ouro. O Real ainda precisa liberar jogadores de seu próprio meio-campo para ajudar a financiar qualquer acordo e está simultaneamente atrás de Yan Diomande, do RB Leipzig, adicionando mais complexidade às suas finanças.
O Manchester City, por sua vez, continua trabalhando para convencer Rodri a assinar um novo contrato, com o clube preparado para arriscar perder o melhor jogador da Copa do Mundo de graça no próximo verão ao invés de sancionar uma venda agora.
Rodri se juntou ao City vindo do Atletico Madrid em 2019 e marcou o único gol na primeira vitória do clube na Liga dos Campeões, a final de 2023 contra o Inter de Milão, tornando-o um jogador que o City está extremamente relutante em perder, independentemente do crescente interesse de Paris, Barcelona e Madrid. Diz-se que o City está esperando uma taxa na faixa de €100 milhões caso sejam forçados a uma venda.
