Kone se estabeleceu como um dos jogadores mais valiosos da Roma graças à sua capacidade de recuperar a posse, desarticular os ataques adversários e avançar com a bola, qualidades que o tornaram uma figura chave sob o comando de Gian Piero Gasperini.
A AS Roma não considera o jogador de 25 anos intocável, mas deixou claro que não tem intenção de deixá-lo sair por um preço baixo.
Qualquer clube que espera assinar com Kone neste verão precisará apresentar uma oferta de pelo menos €50 milhões para iniciar discussões sérias, um valor que representaria um lucro significativo para a Roma e também ajudaria o clube em sua posição financeira em relação às regulamentações da UEFA.
O Manchester United tem monitorado Kone há algum tempo e dizem admirar a fisicalidade, dinamismo e qualidade que ele poderia trazer para o seu meio-campo, com relatos sugerindo que o interesse poderia se transformar em uma abordagem concreta dentro de dias.
O Chelsea permanece à margem da situação, continuando a observar os desenvolvimentos sem ainda ter apresentado uma oferta formal. A Roma, por sua vez, está preparada para esperar: caso uma proposta próxima à sua avaliação de €50 milhões chegue, o clube a considerará seriamente, mas se não, Kone deve continuar como uma das figuras centrais em seu meio-campo para a nova temporada.
Kone impressionou durante seu tempo com a seleção na Copa do Mundo neste verão, elevando ainda mais seu perfil entre os pretendentes, tendo se juntado à Roma vindo do Borussia Monchengladbach em 2024 em um acordo que agora poderia ver o clube italiano mais do que dobrar seu investimento inicial se uma venda próxima ao preço pedido for concluída.
O interesse do Manchester United surge enquanto Michael Carrick continua a reformular suas opções no meio-campo neste verão, já tendo trazido Andrey Santos do Chelsea e Youri Tielemans do Aston Villa.
A capacidade de Kone de atuar como um volante defensivo ou em um papel mais box-to-box daria ao United flexibilidade adicional, e sua disposição para considerar uma mudança para a Premier League é entendida como tendo sido comunicada às partes interessadas.
A posição da Roma reflete as realidades financeiras que o clube enfrenta, que garantiu a qualificação para a Liga dos Campeões na temporada passada, mas ainda precisa equilibrar suas contas em conformidade com as regulamentações da UEFA.
