Rogers acaba de completar sua melhor temporada no futebol profissional. Ele marcou 10 gols e contribuiu com seis assistências em 37 aparições na Premier League, desempenhou um papel central na conquista da Europa League pelo Villa e marcou na final. A UEFA o nomeou Jogador do Torneio.
O diretor esportivo do Arsenal, Andrea Berta, é descrito como um admirador significativo, e o próprio Rogers estaria aberto a uma mudança para o Emirates Stadium. Chelsea, Manchester United e PSG também foram creditados com interesse, embora o Arsenal seja considerado o mais avançado.
A posição do Villa é firme. Unai Emery, que acaba de garantir seu quinto título da Europa League como treinador e está se preparando para uma segunda temporada consecutiva na Champions League, terá maior influência sobre as contratações do que em qualquer outro momento de seu mandato. Ele não quer vender Rogers, relatam o Telegraph.
Rogers tem cinco anos restantes em seu contrato atual. O Villa está em uma posição forte de negociação e não tem pressão financeira para vender. A complicação em qualquer negócio é a cláusula de 20 por cento de venda que pertence ao Middlesbrough, de quem o Villa contratou Rogers por um valor inicial de £8 milhões em janeiro de 2024. Uma venda de £100 milhões acionaria um pagamento de £20 milhões ao Boro -- um fator que o Villa deve considerar em qualquer preço que estabelecer.
A cláusula de venda não é a única peculiaridade histórica. O Manchester City, que vendeu Rogers ao Middlesbrough por £1,5 milhão em 2023, também negociou uma taxa de venda como parte desse acordo, significando que vários clubes podem se beneficiar de qualquer transferência.
Se a resistência de Emery se mantém ou se uma oferta recorde força uma reconsideração será a pergunta definidora do verão do Villa.
