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Roberto Breda: Salerno Está no Meu Sangue — Aqueles Momentos Não Podem Ser Apagados

·Entrevista por Xhulio Zeneli
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Se a Sampdoria era o sonho, a Salernitana foi a história de amor.

Breda tornou-se uma figura central em Salerno durante duas passagens, ajudando a levar o clube à promoção para a Serie A na temporada 1997-98. Quase uma década em granata deixou sua marca.

“O vínculo é incrivelmente forte”, diz ele. “O que aconteceu no passado não desaparece.”

Ele ainda fala sobre gols específicos, dérbis específicos, noites específicas que o uniram à cidade para sempre.

Salerno não foi apenas uma parada na jornada — definiu quem ele é.

E ele compartilhou o vestiário com futuros pesos pesados: um jovem Gennaro Gattuso, um Marco Di Vaio em ascensão e o defensor Mark Iuliano passaram por ali.

“Eles eram jovens, famintos, desesperados para chegar”, recorda Breda. “Salerno foi sua plataforma de lançamento.”

Agora como treinador, ele admite que esta última temporada de volta à Salernitana doeu. “Nunca senti que o time era verdadeiramente meu. Não conseguimos mudar a direção.”

Mas a história? Intocável.