O Manchester City normalmente escolhia seus capitães por meio de uma votação entre os jogadores sob o comando de Pep Guardiola, embora o catalão tenha quebrado essa tradição em sua última temporada após uma campanha difícil sob a capitânia de Kyle Walker.
Maresca está seguindo a mesma abordagem de seleção pessoal e quer uma influência inglesa em seu novo grupo de liderança enquanto se adapta à vida no Estádio Etihad.
Ruben Dias é o claro favorito para assumir a braçadeira, tendo reingressado no elenco na semana passada após sua pausa pós-Copa do Mundo. Dias e Erling Haaland são considerados certezas para manter as posições de autoridade que ocupavam na temporada passada, mas um novo líder é necessário após Bernardo Silva selar uma transferência gratuita para o Real Madrid durante o verão.
Dias havia atuado como o segundo no comando de Guardiola atrás de Bernardo, com Haaland em quarto na hierarquia e Rodri em terceiro, embora o internacional espanhol esteja esperando forçar uma transferência própria para o Barcelona, com o City já tendo rejeitado uma oferta inicial de cerca de £40 milhões pelo meio-campista.
Caso Rodri saia, Maresca precisaria de mais dois capitães para entrar no grupo de liderança, com Josko Gvardiol e Phil Foden já tendo deixado claro que estão abertos a assumir maior responsabilidade.
Foden e Dias já foram capitães da equipe nos dois primeiros amistosos de pré-temporada do City na Ásia, enquanto a contratação de janeiro, Marc Guéhi, que anteriormente capitaneou o Crystal Palace antes de sua transferência de £20 milhões, é outro candidato em consideração.
Falando antes do amistoso de domingo contra o Atlético de Madrid, Maresca minimizou o peso da decisão.
"Não há pressão (sobre mim), apenas um privilégio," disse ele. "Em termos de expectativas, este é um clube que precisa ganhar títulos. Vamos tentar fazer exatamente isso."
