Riquelme publicou uma declaração na noite de sexta-feira anunciando que, se eleito presidente no domingo, seu diretor esportivo designado Raúl González Blanco contataria Klopp no dia seguinte para iniciar as discussões.
O candidato não chegou a afirmar que Klopp foi contratado -- uma nuance deliberada após o debacle de Erling Haaland -- mas a formulação ainda foi interpretada como um compromisso firme.
A resposta do círculo de Klopp veio em poucas horas, tanto para o Süddeutsche Zeitung quanto através do repórter da Sky Sport Alemanha Florian Plettenberg.
"É irritante. Jürgen Klopp está feliz em seu papel na Red Bull e não tem ambições de trabalhar como treinador em um clube."
Plettenberg confirmou separadamente que o capítulo do Real Madrid está "atualmente fechado" para Klopp, acrescentando que o agente caracterizou a especulação repetida como uma interferência indesejada na situação profissional de seu cliente.
Klopp deixou o Liverpool em junho de 2024 após nove anos, optando por não continuar na gestão e aceitando o cargo de Chefe do Futebol Global na Red Bull -- uma posição que envolve supervisão dos clubes de futebol da rede sem responsabilidade direta de treinamento. O CEO da Red Bull, Oliver Mintzlaff, já o descreveu como "extremamente satisfeito" no cargo.
O episódio segue o colapso da afirmação de Riquelme sobre Haaland no início desta semana, quando o Manchester City, o agente do jogador Rafaela Pimenta e seu pai Alfie Haaland emitiram rápidas negações públicas em poucas horas após o anúncio na televisão.
A campanha de Riquelme fez de Raúl González Blanco como diretor esportivo, Fernando Hierro como chefe da academia, Iker Casillas e Vicente del Bosque como conselheiros, e Rodri como um alvo de transferência os pilares de um projeto que vai para a votação de domingo contra o incumbente Florentino Pérez -- que continua sendo o forte favorito para vencer um sétimo mandato presidencial.
