O magnata da mídia turca causou alvoroço no mês passado ao postar uma lista de 14 possíveis contratações representadas apenas por bandeiras nacionais, cada uma atribuída a uma porcentagem refletindo quão avançado estava o negócio, um método que ele agora retornou com uma "versão atualizada" postada à meia-noite de quarta-feira.
Antes daquela primeira postagem, o Hull City, que conquistou a promoção para a Premier League através dos play-offs, já havia adicionado Jack Butland, Oscar Zambrano e Matt Targett. A atualização mais recente de Ilicali confirmou o internacional japonês Hidemasa Morita como um quarto negócio concluído, enquanto afirmava que três dos movimentos anteriormente mencionados não se concretizaram e mais oito permanecem em andamento.
Marquinhos verdes foram colocados ao lado das bandeiras grega, norueguesa, senegalesa, australiana, sueca e jamaicana, sinalizando que essas contratações estão próximas de serem anunciadas. Horas após a postagem, às 10h de quarta-feira, o Hull confirmou o maior desses negócios: o goleiro do Olympiacos Konstantinos Tzolakis, em uma transferência recorde do clube avaliada em cerca de £20 milhões mais bônus.
O meio-campista norueguês Jens Hjerto Dahl e o defensor senegalês Nobel Mendy foram ambos fortemente ligados ao clube, ao lado do defensor australiano Lucas Herrington, do lateral-esquerdo sueco Elliot Stroud e do internacional jamaicano Leon Bailey, embora a postagem de Ilicali não ofereça garantia de que nenhum desses nomes específicos corresponda às bandeiras.
O proprietário do Hull também usou a postagem para reiterar que o Hull está trabalhando em negócios para três jogadores franceses, além de um inglês, um espanhol, um jogador português, outro alvo japonês e jogadores da Turquia e da Alemanha, enquanto continua a descartar o que ele anteriormente chamou de relatórios "falsos", incluindo um que ligava o clube a uma oferta pelo atacante do Real Madrid Carlos Espi.
A abordagem de Ilicali marca um contraste marcante com a política de transferências reservada favorecida pela maioria das diretorias da Premier League, e não tem sido isenta de críticos, com alguns torcedores questionando se a divulgação pública de negócios antes de serem assinados arrisca alertar rivais ou desestabilizar negociações.
O proprietário defendeu a estratégia como uma forma de gerenciar as expectativas dos torcedores e cortar o volume de ligações especulativas que cercam um clube recém-promovido. Com o elenco ainda precisando de um fortalecimento considerável antes do prazo, os negócios do Hull nos próximos dias parecem estar prestes a ser acompanhados tão de perto nas redes sociais quanto nas páginas de transferências.
