O diretor esportivo Rouven Schröder já havia insinuado uma possível mudança no sábado à noite, questionando "se queremos continuar nesta forma" após a humilhante derrota fora de casa para o SC Freiburg.
O Borussia Monchengladbach perdeu os três primeiros jogos da Bundesliga nesta temporada, sofrendo 12 gols e marcando apenas três, deixando-os na última posição da tabela sem um único ponto após três rodadas.
O treinador assistente Tobias Trulsen também deixou o clube como parte da reformulação, com a saída da dupla confirmada pelo clube na manhã de domingo.
"Apesar de uma boa pré-temporada e sinais positivos, a equipe não conseguiu alcançar os resultados desejados na Bundesliga," disse Schröder em um comunicado. "As recentes atuações levaram à decisão de dispensar Eugen de suas funções com efeito imediato."
Os relatos divergiam sobre a natureza exata da saída de Polanski, com o Rheinische Post descrevendo-a como uma renúncia, enquanto Sky e outros veículos informaram que a iniciativa partiu da liderança do clube, e não do próprio treinador.
Polanski, 40, estava no comando desde setembro de 2025, quando foi promovido de seu papel como chefe interino após a saída de Gerardo Seoane, e guiou o Gladbach a um 12º lugar em sua primeira temporada no comando.
O treinador principal tem laços profundos com o clube, tendo passado pela sua academia de jovens e feito mais de 50 aparições competitivas pelo time principal como jogador antes de retornar para treinar os Potros.
O co-treinador Jan-Moritz Lichte, que se juntou à equipe do clube no verão vindo da academia do Manchester City, deve assumir interinamente para a viagem de sábado ao ex-clube Mainz 05, com o colega assistente Markus Gellhaus também apoiando a estrutura interina.
Para uma solução de longo prazo, relatos no "ambiente do Borussia" mencionaram os nomes de Ole Werner, mais recentemente no RB Leipzig, Horst Steffen, ex-Werder Bremen, e Alexander Blessin, que deixou o St Pauli, com todos os três atualmente sem clube e considerados possíveis candidatos.
