A Itália não conseguiu se classificar para a Copa do Mundo de 2026 -- sua terceira ausência consecutiva do torneio -- e toda a equipe técnica, incluindo Gennaro Gattuso e o chefe da delegação Gigi Buffon, já se despediu. Um novo presidente da FIGC deve ser eleito em 22 de junho.
Guardiola tem um contrato com o Manchester City até junho de 2027, mas seu futuro no clube é cada vez mais incerto, com o City atualmente três pontos atrás do Arsenal na corrida pelo título.
Ele já declarou publicamente que pretende treinar uma seleção nacional antes de se aposentar do coaching, e que o trabalho que mais desejava era o da Inglaterra -- uma porta agora fechada pela extensão do contrato de Thomas Tuchel até 2028.
A Gazzetta argumenta que a afinidade de Guardiola pela Itália, onde jogou pelo Brescia e pela AS Roma no início de sua carreira e descreveu o país como uma influência formativa em sua educação futebolística, torna a conexão credível em vez de fantasiosa. Carlo Ancelotti deve estender seu contrato com o Brasil até 2030.
O ex-capitão da Itália, Leonardo Bonucci, que manteve seu papel na equipe da FIGC após a saída de Gattuso, apoiou a ideia publicamente no Laureus World Sports Awards em Madri esta semana: "Se houver um desejo genuíno de recomeçar, eu faria isso com a possibilidade rumorada de ter Pep Guardiola. Acho que é muito difícil, mas sonhar não custa nada."
