Os oficiais do clube avaliaram a situação em seu campo de treinamento em Donaueschingen, onde o diretor esportivo Piero Ausilio se juntou ao vice Dario Baccin para discutir os próximos passos do clube com o treinador Cristian Chivu.
O objetivo continua sendo completar o elenco com os perfis considerados mais adequados, sem pressa nas decisões, acreditando que a qualidade dos negócios importa mais do que o timing.
De acordo com Corriere dello Sport, uma das prioridades declaradas de Chivu é reforçar seu meio-campo. O treinador romeno reiterou a necessidade de adicionar um novo meio-campista e continua a ver Curtis Jones como o perfil ideal para completar o setor.
Qualquer negócio, no entanto, estará inevitavelmente ligado a saídas em outros lugares, com o clube precisando criar espaço financeiro antes de fazer uma proposta séria pelo meio-campista do Liverpool.
O plano da Inter é que o meio-campo da próxima temporada seja construído em torno de sete jogadores. Aleksandar Stankovic deve fazer parte desse grupo, tendo recebido avaliações positivas durante o treinamento de pré-temporada. Por outro lado, o clube está avaliando possíveis saídas, com Kristjan Asllani e Davide Frattesi entre os jogadores que poderiam deixar Milão.
Yanis Massolin também parece prestes a sair, provavelmente por empréstimo, em busca de mais futebol regular e desenvolvimento fora da Inter de Milão.
Frattesi entende que espera permanecer na Itália, com Juventus, Roma e Napoli todos creditados com interesse, enquanto Asllani ainda poderia retornar ao Besiktas por uma taxa reduzida após seu empréstimo não ter sido tornado permanente. Qualquer saída ajudaria a financiar a busca de Chivu por Jones, que continua no topo de sua lista após o clube ver negociações por outros alvos no meio-campo falharem mais cedo na janela.
Com doze meio-campistas seniores atualmente no elenco, a hierarquia da Inter não tem ilusões sobre a escala da reconstrução necessária nessa área antes que uma nova adição possa ser encaixada.
Barella, Calhanoglu, Sucic e Mkhitaryan são todos considerados intocáveis nos planos de Chivu, deixando o clube focar seus esforços em negociar os jogadores de menor importância em vez de cortar seus desempenhos mais confiáveis.
