Riquelme também promete revelar o primeiro nome concreto de seu projeto esportivo até quarta-feira e expressa interesse no ex-capitão do Real Madrid, Fernando Hierro, como um potencial diretor esportivo.
Falando em um evento em Málaga e posteriormente para COPE's Tiempo de Juego, o empresário de energia renovável de 37 anos foi mais longe do que em qualquer outro momento de sua campanha ao expor a dimensão futebolística de sua candidatura.
"Se eu me tornar presidente do Real Madrid, um jogador como Rodri jogará no Real Madrid," disse Riquelme à COPE.
Ele havia sido cauteloso no início da semana ao não confirmar Rodri diretamente, dizendo à ESPN: "Eu amo aquele jogador. Ele é um jogador fantástico e o perfil de jogador que o Real Madrid deveria ter. Mas, obviamente, ele está em outro clube e temos que respeitar isso."
Rodri permanece sob contrato no City e jogará pela Espanha na Copa do Mundo.
Riquelme havia declarado anteriormente que possui acordos verbais com duas estrelas internacionais que se juntariam ao Madrid se ele assumir o poder -- e esclareceu aos repórteres que o primeiro nome que revelará publicamente é um jogador estrangeiro. O segundo, ele indicou, jogará na Copa do Mundo com a Espanha, o que é consistente com o perfil de Rodri.
Sobre Fernando Hierro, Riquelme disse: "Ele é uma lenda e nós gostamos dele." Quando questionado sobre potenciais diretores esportivos, ele disse que pretende construir uma estrutura profissional em vez de cumprir o papel ele mesmo. "A grande maioria dos problemas que vimos em duas temporadas no Real Madrid teriam sido resolvidos com uma hierarquia adequada. Não é uma questão de mão firme -- é uma questão de hierarquia e profissionais, onde todos entendem qual é seu lugar dentro do clube."
Ele também desafiou Florentino Pérez a debater publicamente com ele antes da votação.
"Eu o respeito, mas se ele não está preparado para debater, ele está preparado para liderar o clube? É saudável que, após vinte anos, possa haver um debate. O que será o Real Madrid em 2040? Esse debate é bom para os sócios, independentemente da eleição."
Pérez se recusou a se envolver diretamente com o desafio de Riquelme, confiando em uma apresentação formal e apoio institucional.
