Rogers, 23, marcou 12 gols e forneceu nove assistências em 48 aparições nesta temporada, enquanto o Villa lutava por uma vaga entre os quatro primeiros e chegou às semifinais da Liga Europa. Ele tem contrato até 2031, mas o Villa está preparado para vender se uma oferta na faixa de £80 milhões for feita -- um valor que pode aumentar ainda mais se uma guerra de lances se desenvolver.
Fontes disseram talkSPORT que Rogers não descartou deixar a Inglaterra e é um admirador do treinador do PSG, Luis Enrique, tendo enfrentado os campeões franceses nas quartas de final da Liga dos Campeões na temporada passada -- marcando no segundo jogo no Parc des Princes.
O Arsenal está procurando preencher a posição de ponta esquerda deixada por uma possível saída de Gabriel Martinelli.
O Manchester United tem uma dupla vantagem -- o diretor esportivo Jason Wilcox trabalhou com Rogers durante seu tempo na academia do Manchester City, enquanto o treinador interino Michael Carrick o contratou no Middlesbrough. O Chelsea quer um meio-campista criativo e está acelerando seu interesse caso Enzo Fernández seja vendido.
Rogers tem conexões pessoais que tornam a saída do Villa difícil de deixar para trás. Seu relacionamento com o treinador Unai Emery e a hierarquia do clube é forte, e a hierarquia o contratou para uma extensão de um ano no verão passado.
O Villa também está a caminho de jogar na Liga dos Campeões -- tornando mais difícil para qualquer interessado oferecer uma melhoria significativa em termos esportivos.
O Liverpool está monitorando a situação, mas atualmente não está tão ativo, priorizando um atacante pelo lado direito para substituir Mohamed Salah.