O lado de David Moyes terminou a janela de transferências sem um atacante sênior após a sua negociação pelo Folarin Balogun, do Monaco, ter falhado no dia do prazo, deixando-os com apenas Thierno Barry como um centroavante reconhecido, uma lacuna que se aprofundou após a venda anterior de Beto para a Fiorentina.
Jogadores livres agora representam uma das poucas rotas ainda abertas para o Everton com a janela fechada, e o jogador de 30 anos, Martial, surgiu como uma opção principal.
O francês está sem clube desde que deixou o time mexicano CF Monterrey, onde conseguiu um único gol e três assistências em 20 aparições após se juntar com um contrato de dois anos em 2025.
Ele passou nove anos no Manchester United entre 2015 e 2024, marcando 90 gols em 317 aparições em todas as competições, antes de deixar Old Trafford como agente livre e se transferir para o clube grego AEK Atenas, que o vendeu para Monterrey um ano depois. Seus salários de cerca de €3,5 milhões por ano no México supostamente já desencorajaram alguns potenciais interessados em buscar um acordo.
De acordo com Foot Mercato, dois clubes não identificados da Ligue 1 -- um da parte superior da tabela e outro lutando contra o rebaixamento -- já fizeram abordagens, esperando usar sua experiência para ajudar a atingir seus respectivos objetivos, mas Martial recusou ambas porque seus diretores não puderam garantir a ele um papel de destaque. Um clube separado na Liga dos Campeões também fez contato antes de retirar seu interesse. Diz-se que ele está treinando sozinho enquanto espera pelo projeto certo para reviver sua carreira.
O Everton supostamente "testou as águas" sobre se Martial consideraria um retorno à Premier League, e como agente livre ele pode ser assinado e registrado fora da janela de transferências, dando ao lado de Moyes uma rota disponível para reforçar seu ataque sem precisar negociar uma taxa.
Outros relatos nos últimos dias sugeriram que Crystal Palace, Tottenham, Leeds, Brighton, Newcastle e Sunderland também foram informados sobre sua disponibilidade, embora a força do interesse genuíno desses clubes permaneça incerta.
