Sua exclusão da equipe titular na derrota por 2 a 0 no Parc des Princes gerou um intenso debate no Egito, onde muitos sentiram que o maior ícone do futebol do país foi tratado de forma injusta em um momento crítico da temporada. O Liverpool terminou o primeiro jogo com apenas 26% de posse de bola e nenhum chute a gol.
O gol contra o Fulham -- seu 256º com a camisa do Liverpool -- recebeu uma ovação de pé de Anfield e dominou a imprensa inglesa. Liverpool Echo o chamou de um final característico de um homem que permaneceu uma ameaça constante pelo flanco direito.
No Egito, sua situação está sendo acompanhada com particular intensidade à medida que a Copa do Mundo se aproxima.
"Embora esta tenha sido a temporada menos bem-sucedida de Mohamed Salah, ele ainda é capaz de decidir uma partida para o Liverpool a qualquer momento", disse o jornalista egípcio Magdy Salama ao Foot Mercato.
Ele foi direto sobre a decisão de deixá-lo no banco.
"Acho que Mohamed Salah merecia um tratamento melhor, especialmente da gestão e dos treinadores do clube. A má temporada do Liverpool fez de Salah um bode expiatório pelas fracas atuações da equipe, mas, na minha opinião, não foi culpa dele."
Sobre o futuro de Salah além do Liverpool, Salama ofereceu sua avaliação.
"Acredito que ele é capaz de continuar sua carreira na Europa, seja na Espanha, França ou Itália. Ninguém pode negar o imenso talento de Salah, e embora haja ofertas da Arábia Saudita e dos Estados Unidos no horizonte, espera-se que ele tome sua próxima decisão nos próximos dias, especialmente antes da Copa do Mundo."
Este confronto contra o PSG pode ser uma das últimas aparições de Salah na Liga dos Campeões. Se Arne Slot o escalar na terça-feira, isso contará sua própria história.