The Times relata que o negócio com Éderson, no valor inicial de £35 milhões, é a primeira transação da era Carrick após sua nomeação em janeiro. A chegada do brasileiro oferece ao United uma opção central dinâmica, mas deixa mais trabalho a ser feito no meio-campo.
Entre os jogadores em consideração estão o meio-campista do Real Madrid Aurélien Tchouaméni, Mateus Fernandes do West Ham United e Carlos Baleba do Brighton -- todos que se encaixam no perfil de jogadores centrais enérgicos e combativos que Carrick prefere. Elliot Anderson do Nottingham Forest também foi vinculado, embora a busca agressiva do Manchester City tenha esfriado o apetite do United, dado o provável valor envolvido.
Um atacante é uma prioridade após a saída permanente de Rasmus Højlund para o Napoli. Lewis Hall do Newcastle United está entre as opções de lateral-esquerdo sendo avaliadas, enquanto um lateral-direito e potencialmente um ponta completam a lista de compras.
Carrick deixou claro, no entanto, que o caminho para os jovens jogadores da academia não deve ser bloqueado totalmente. Desde sua nomeação em janeiro, ele restaurou Kobbie Mainoo a um papel central e o meio-campista respondeu com uma forte sequência de forma. O treinador também está ansioso para desenvolver Shea Lacey e outros graduados promissores da academia como parte de uma filosofia mais ampla que se alinha com a tradição do Manchester United de promover seus próprios jogadores.
O retorno da Liga dos Campeões traz tanto oportunidade quanto pressão. O United jogou apenas 40 partidas na última temporada. Adicionar partidas europeias aumenta significativamente esse número e exige uma maior profundidade de elenco do que Carrick atualmente tem à sua disposição.
