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O Arsenal pode precisar de vendas da academia para financiar a contratação recorde de Alvarez do Atlético

·Por Junior Yekini
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O Arsenal está de olho no atacante do Atlético de Madrid, Julian Alvarez, neste verão, em um negócio que exigirá vendas significativas de jogadores, com graduados da academia entre os que provavelmente serão negociados para financiar a transação.

O Atlético de Madrid não está sob pressão para vender. O contrato de Alvarez vai até 2030 e sua cláusula de rescisão está fixada em £433 milhões, segundo informações. A mídia espanhola indica que o clube precisaria de uma oferta de pelo menos £86 milhões para entrar em negociações, com alguns relatos colocando a taxa necessária mais perto de £130 milhões.

O argentino de 26 anos marcou 19 gols em todas as competições nesta temporada, incluindo um pênalti na primeira partida da semifinal da Liga dos Campeões contra o Arsenal esta semana, que terminou 1-1. O Sun relata que o Arsenal o identificou como seu principal alvo de ataque neste verão.

Os jogadores mais propensos a gerar a margem de lucro necessária são os graduados da academia Ethan Nwaneri e Myles Lewis-Skelly, ambos trazendo lucro quase puro nos registros do clube, tendo vindo do Hale End.

Nwaneri está atualmente emprestado ao Marseille, com Chelsea e Borussia Dortmund demonstrando forte interesse. Lewis-Skelly fez 69 aparições pelos Gunners e ganhou reconhecimento da Inglaterra, com Chelsea e Manchester United também ligados.

Gabriel Martinelli, Gabriel Jesus e Ben White são outros candidatos relatados para a saída. Até mesmo o futuro do capitão Martin Odegaard, com dois anos restantes em seu contrato, é dito levantar questões internas.

O Barcelona é considerado favorito pela assinatura de Alvarez, mas enfrenta suas próprias restrições financeiras. O Arsenal é improvável de desistir apenas por causa da concorrência.

No entanto, assinar com Alvarez levantaria uma nova questão: o que acontece com Viktor Gyokeres, assinado no verão passado e agora com 18 gols em todas as competições. Ambos não podem coexistir confortavelmente como opções de primeira escolha no mesmo sistema.